Alecrim
Alecrim (Rosmarinus officinalis
L.)
Os
atributos do alecrim são tão importantes
como os da aspérula-odorífera; datam
do século XVII e vêm da europa central.
Diz-se que a rainha Isabel da Hungria, septuagenária
e depauperada pela doença, recuperou a saúde
e rejuvenesceu graças ao alecrim. A receita
da água da juventude água da rainha
da Hungria, que ela própria preparava, está
ao alcance de toda a gente, pois para obter basta
juntar e misturar os alcoolatos de alfazema, alecrim
e poejo. Como muitas outras labiadas, o alecrim actua sobre
o sistema nervoso, pois estimula os asténicos,
fortalece as memórias enfraquecidas e eleva o moral dos deprimidos. A sua
acção terapêutica inicia-se com
a colheita, que pode ser efectuada em qualquer época do ano nas colinas
meridionais. O estado espontâneo e a liberdade
da planta conferem-lhe vigor, mantém-se bonito, conserva as suas características
aromáticas, mas é menos eficaz que o
alecrim espontâneo. As abelhas que o visitam produzem um excelente mel,
de gosto intenso, denominado mel de alecrim.
Família: Lamiáceas (Labiadas).
Componentes: Óleo essencial,
ácidos orgânicos, heterósidos,
saponósidos, colina.
Propriedades: Anti-espasmódico,
anti-séptico, colagogo, diurético, estimulante,
estomáquico, tónico e vulnerário.
Uso Tradicional: Asma,
astenia, celulite, colesterol, convalescença,
depressão, entorse, enxaqueca, memória,
nervosismo, pele,
rugas, sono, torcicolo.
Produtos C.H.I. com Alecrim: Lecigluten
Forte (Amp.), Lecigluten
Forte (Cáp.), Lecigluten (Xar.), TopCerebral (Amp.).
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